Nissan GT-R

Há algo de muito especial no Nissan GT-R. Acho que há várias razões para isso e a primeira é que é um carro muito pouco visto. Apesar de ter sido já lançado no final de 2007 e estar à venda em Portugal para quem estiver disposto a pagar cerca de 110.000 euros, nunca vi nenhum na rua. E a exclusividade só o torna (para mim) mais apetecível.
A outra razão é que é um super-carro, por qualquer métrica que usemos, mas ao mesmo tempo sentimos que podíamos ter um - o que não acontece com a maioria dos super-carros italianos ou alemães.
Finalmente, este carro não é um Nissan. É um carro que é capaz de bater o Porsche 911 Turbo em Nuerbugring. E, por este preço, não há muita escolha para além do GT-R.
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Olympus E-P2

Quando é que uma câmara compacta não é uma câmara compacta? E quando é que uma câmara reflex não é uma reflex? Quando é uma Olympus Pen.
Porta-estandarte do formato micro 4/3, que promete revolucionar a fotografia digital (ou pelo menos a forma de criar câmaras digitais), a Olympus Pen E-P2 é um objecto de desejo que pode bem significar que a lendária Leica tem os dias contados - até porque a gama Pen é compatível com lentes Leica...
Com preços pouco abaixo dos 1000 euros só para o corpo, a Olympus Pen não é (muito) barata, mas custa uma fracção de uma Leica oferecendo quase tudo o que dela se espera.
Pegar-lhe e sentir o peso do seu corpo metálico é também sentir que estamos perante algo muito especial. E, de repente, o que parecia ser caro transforma-se numa verdadeira pechincha.
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Nokia E75

Não existe nada mais pessoal do que um telemóvel. Ou, pensando melhor, existe: um smartphone.
Por isso, o que desperta desejo nuns provocará apenas bocejo noutros – e vice-versa. Há quem prefira ecrãs tácteis, dê preferência à qualidade da câmara digital ou do leitor de MP3, ou que faça questão num teclado. Ou nada disso, ou tudo e muito mais.
Eu? Gosto de telefones com teclas numéricas; mas que também tenham teclado. E que, já agora, sejam pequenos, finos e leves. Ah, e tem de ser um Nokia!
Por isso, quando vi o E75 senti um arrepio de luxúria tecnológica. Felizmente, há objectos que se podem desejar e possuir. É o caso. O meu é preto e já cá canta.
Teoricamente, custa 379 euros, mas pode ser comprado por muito menos, desde que associado a contratos de operador.
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PB Butterfly xs

O Packard Bell Butterfly xs pode não ser muito caro – 499 euros é o preço recomendado para o mercado português na versão com 4 GB de RAM e disco de 320 GB – mas isso não significa que não nos faça salivar de luxúria tecnológica.
À primeira vista parece apenas mais um netbook mas as aparências iludem. Disponível totalmente em preto e em preto-e-vermelho, com um ecrã de 11,6'' Wide XGA de 1366x768, o Butterfly xs é  o primeiro computador deste tamanho com uma unidade óptica (leitor/gravador de CD/DVD) integrada. Ou seja, o que faltava aos netbooks e os tornava de alguma forma coxos.
Pesa 1,6 Kg, tem discos rígidos até 640 GB, Windows 7, a bateria de 6 células dura 8 horas e pode ser equipado com um módulo 3G. Ah, e não usa o processador Atom mas sim um Intel ULV (Ultra Low Voltage) bem mais potente. Resumindo: queremos um – já!
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Philips Cinema 21:9

O nome oficial é 56PFL9954H, mas todos o conhecem por Philips Cinema 21:9. É o primeiro e, até agora, o único televisor do mundo com uma relação entre largura e altura que é a mesma dos filmes, ou seja, 2,33.
Já deve ter percebido para que é que isto serve. É que ao contrário do que lhe venderam quando comprou o seu televisor 16:9, mesmo essa largura (rácio de 1,77) não é suficiente para evitar as barras pretas horizontais. Até pode dar jeito para colocar as legendas em baixo, mas é incontornável que há ecrã que comprámos que não está a ser usado...
O pessoal por cá já viu este impressionante Philips a funcionar (na FNAC) e o resumo da experiência é este: podemos continuar a ver filmes no nosso televisor 16:9? Poder, podemos. Mas não é a mesma coisa.
Custa 4.000 euros, o que nem é tanto como imaginávamos.
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SIM2 C3X Lumis

A Itália não produz apenas Ferraris e Lamborghinis. De lá vêm também os fabulosos SIM2, videoprojectores que não são só os melhores do mundo – são também os mais belos.
Veja o caso do Grand Cinema C3X Lumis. Existem vários modelos (entre os 33.000 e os 40.000 euros), consoante as funcionalidades, mas partilham todos estas caixa espectacular.
É caso para dizer que as belas imagens começam no exterior, ainda antes de ligarmos o aparelho. Mas depois de ligado é ainda melhor, pois é dos poucos do mundo que usa não um mas 3 chips DLP DarkChip 4 para separar as três cores fundamentais e oferecer uma qualidade ímpar.
Em Portugal, são vendidos através da Videoacústica.
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Audi R8 Coupé

Há quem não goste, porque parece ter-se tornado no preferido dos jogadores de futebol, mas sinto o pulso a acelerar sempre que olho para um Audi R8 – mesmo (e sobretudo) parado.
Ao conduzi-lo pela primeira vez, Jeremy Clarkson não lhe conseguiu encontrar defeitos, o que é raro num homem normalmente tão picky e polémico nas suas opiniões.
A verdade é que tem todos os componentes de um supercarro (design, motor central, preço...) sem nenhum dos seus problemas habituais (dificuldade de condução, falta de visibilidade...).
E além disso, face a carros italianos da mesma gama de preços (a versão coupé básica, custa em Portugal cerca de 150.000 euros) tem a vantagem de não ser tão visto.
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Marantz KI Pearls

Chamam-se pérolas (KI Pearls), no sentido figurado da coisa, claro. O génio de Ken Ishiwata criou para a Marantz um leitor de CD/SACD e um amplificador estéreo tão raros (apenas 500 pares serão produzidos) como pérolas negras.
O conjunto, comemorativo do 30.º aniversário da colaboração do engenheiro japonês com a Marantz, nem sequer é muito caro (para o que é hábito no mundo do áudio high end), podendo ser adquirido por 6.000 euros - 3.000 cada um dos componentes, mas em Portugal só são vendidos em conjunto.
Como acontece com tudo o que é raro e belo, o mais certo é que estes conjuntos, que já começaram a ganhar prémios e estrelas por tudo quanto é revista da especialidade, não só retenham o seu valor como venham a valer bastante mais daqui a pouco tempo.

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RED ONE

Há câmaras de cinema, há câmaras de cinema digitais e depois há a RED ONE, a mãe de todas as câmaras digitais para cinema.
Com uma modularidade a toda a prova, a RED ONE nem sequer é muito cara para o que é hábito na indústria - menos de 40 mil dólares para um kit composto pela câmara, rails de suporte básicos e um kit de lentes.
O sensor não parece grande coisa no mundo da fotografia, mas no cinema digital estamos a falar de ultra-alta resolução 4K, que é como quem diz 4520 X 2540 pixéis – o máximo da indústria.
Ou seja, não é um gadget, mas um instrumento trabalho. Steven Soderbergh que o diga.
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