Fã de carros desportivos de 2 lugares mas, ao mesmo tempo, preocupado com o aquecimento global - ou simplesmente com o preço da gasolina? Então o Tesla Roadster é para si. Sim, parece um Lotus Elise porque é na verdade baseado num chassis do carro britânico. Mas o resto é tecnologia da empresa norte-americana - tecnologia de propulsão eléctrica, pois claro: a Tesla foi a primeira (e ainda é a única) construtora de automóveis a apostar no mercado dos carros desportivos 100% eléctricos. O Roadster prova que é mesmo possível combinar prazer de condução com o respeito pelo ambiente. E se é dos que que viu o carro a bater tudo e todos num célebre episódio do Top Gear para, no fim, sofrer a humilhação de chegar ao fim empurrado por falta de energia, saiba que tudo não passou de uma encenação e que a BBC está a ser processada por causa disso.
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É uma nave espacial? Um robot alienígena? Não, é o Kalista Ultimate SE, um leitor de CD de referência criado pela empresa francesa Metronome Technologie, que partilha perturbantes semelhanças com alguns gira-discos high-end, mostrando assim que os extremos dos mundos analógico e digital se tocam. Claro que há o pequeno problema do preço - quase 60 mil euros - mas aqui sabemos bem que a luxúria tecnológica tem razões que a razão desconhece. Interessante é o facto de o transporte usado ser nada mais nada menos do que uma versão costumizada do clássico (e excelente) Philips CDM12 PRO 2. O resto é engenharia e artesanato criado para nos deixar água na boca - e nos ouvidos, claro, numa máquina cuja fonte de alimentação está numa caixa à parte e inclui nada menos do que 3 transformadores toroidais e 6 reguladores independentes.
O tablet Acer Iconia Tab W500 tem uma vantagem sobre a concorrência: nada tem a ver com ela. Porquê? porque está equipado com o Windows 7 e não com Android, o OS de eleição para os tablets. Isto, claro está, é uma vantagem e uma desvantagem, porque o Windows 7 não foi criado de raiz a pensar neste tipo de computadores.
Contudo, foi criado de raiz a pensar em dispositivos com ecrã táctil e é isso mesmo que um tablet é. Por outro lado, enquanto do lado do Android, as opções já são às dezenas, se quiser ter um tablet com Windows 7, a sua escolha resume-se, para já, ao W500.
Na foto, a máquina está equipada como uma doca/teclado (opcional) que o faz parecer-se com um netbook e que se encaixa facilmente no chassis principal; quando não é preciso, pode servir de tampa.
O hardware é potente (uma plataforma AMD Dual Core, com 2 GB de RAM e um SSD de 32 GB) e garante um bom desempenho ao Windows. Custa 499 (sem o teclado) e chega a Portugal em Abril.
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Contudo, foi criado de raiz a pensar em dispositivos com ecrã táctil e é isso mesmo que um tablet é. Por outro lado, enquanto do lado do Android, as opções já são às dezenas, se quiser ter um tablet com Windows 7, a sua escolha resume-se, para já, ao W500.
Na foto, a máquina está equipada como uma doca/teclado (opcional) que o faz parecer-se com um netbook e que se encaixa facilmente no chassis principal; quando não é preciso, pode servir de tampa.
O hardware é potente (uma plataforma AMD Dual Core, com 2 GB de RAM e um SSD de 32 GB) e garante um bom desempenho ao Windows. Custa 499 (sem o teclado) e chega a Portugal em Abril.
Para assinalar o seu centenário, que se comemora no dia 1 de Outubro de 2010, a Denon criou uma colecção de sete equipamentos numa série especial e exclusiva que só pode gerar litros e litros de baba em qualquer techno geek. O gira-discos da foto é o DP-A100, mas temos também direito a uma célula a condizer (DL-A100), um amplificador estéreo (PMA-A100), um leitor de CD/SACD (DCD-A100), auscultadores (AH-A100), receptor A/V (AVR-A100) e, claro, leitor de Blu-ray universal (DBP-A100).
Todos têm garantia de cinco anos, são numerados e acompanhados de certificado de autenticidade, assinado pelo engenheiro responsável por cada um dos projectos. Preços a anunciar. Mais informações em http://www.denon100.com/.
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Todos têm garantia de cinco anos, são numerados e acompanhados de certificado de autenticidade, assinado pelo engenheiro responsável por cada um dos projectos. Preços a anunciar. Mais informações em http://www.denon100.com/.
Quando a Harley Davidson lançou a VRSC (V-Twin Racing Street Custom ou simplesmente V-ROD) em 2001, muitos clamaram "sacrilégio" – uma Harley com radiador...? Um motor de injecção? Com árvores de cames à cabeça?
Contudo, as linhas puras da V-ROD com o belíssimo quadro feito a partir de tubos hidroformados chegaram para converter os mais cépticos e hoje a V-ROD é um bom exemplo de como a Harley Davidson soube reiventar-se para o século XXI.
Só é pena o preço: quase 20.000 euros em Portugal, para a versão base.
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Contudo, as linhas puras da V-ROD com o belíssimo quadro feito a partir de tubos hidroformados chegaram para converter os mais cépticos e hoje a V-ROD é um bom exemplo de como a Harley Davidson soube reiventar-se para o século XXI.
Só é pena o preço: quase 20.000 euros em Portugal, para a versão base.
O televisor LCD Toshiba Regza 55SV685 pode ser considerado como o estado-da-arte da tecnologia no início de 2010.
Ao contrário do que acontece com a maioria dos televisores LCD com tecnologia de iluminação LED (sim, não há "televisores LED", mas sim televisores LCD com LEDs...), este Toshiba usa local dimming que é a única forma de retirar real partido da presença dos LEDs.
Até há pouco tempo, televisores deste tamanho só podiam ser encontrados com tecnologia de plasma, mas a generalização do LCD prova que não há praticamente limites. Além disso, com preços abaixo dos 3000 euros (por 1,40 metros de ecrã!), nem sequer estamos a falar de valores inantigíveis para o comum dos mortais – 3500 euros era quanto custava um bom televisor LCD de 32'' há apenas quatro anos...
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Ao contrário do que acontece com a maioria dos televisores LCD com tecnologia de iluminação LED (sim, não há "televisores LED", mas sim televisores LCD com LEDs...), este Toshiba usa local dimming que é a única forma de retirar real partido da presença dos LEDs.
Até há pouco tempo, televisores deste tamanho só podiam ser encontrados com tecnologia de plasma, mas a generalização do LCD prova que não há praticamente limites. Além disso, com preços abaixo dos 3000 euros (por 1,40 metros de ecrã!), nem sequer estamos a falar de valores inantigíveis para o comum dos mortais – 3500 euros era quanto custava um bom televisor LCD de 32'' há apenas quatro anos...
Existe algo de delirante no Ariel Atom. O Atom pode ser "apenas" movido por um motor Honda relativamente pequeno (o i-VTEC de 2 litros usado no Civic Type R), mas o seu chassis ultraleve e estrutura tipo exoesqueleto tornam-no num foguete que se move na horizontal...
O Ariel Atom não é um supercarro "acessível" da mesma forma que o Nissan GT-R se pode considerar como tal. Primeiro, porque é muito mais acessível em termos de custo e, depois, porque é capaz de bater não apenas o Nissan GT-R como praticamente qualquer carro, independentemente do seu custo, quer em linha recta, quer nas curvas.
É verdade, não é prático quando chove, mas quem disse que o carro perfeito existe?
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O Ariel Atom não é um supercarro "acessível" da mesma forma que o Nissan GT-R se pode considerar como tal. Primeiro, porque é muito mais acessível em termos de custo e, depois, porque é capaz de bater não apenas o Nissan GT-R como praticamente qualquer carro, independentemente do seu custo, quer em linha recta, quer nas curvas.
É verdade, não é prático quando chove, mas quem disse que o carro perfeito existe?
É possível sentirmos luxúria tecnológica por um produto que (ainda) não existe? Claro. Basta ver a quantidade de informação (e muita "informação") que surgiu a propósito do iPad e, recuando três anos, do iPhone, só para falarmos em dois produtos da Apple.Não sou fã de produtos da marca da maçã, mas percebo perfeitamente a techno lust que é possível sentir por um deles. No meu caso, senti isso mesmo ao tomar conhecimento com a nova versão do sistema operativo da Microsoft para smartphones, o Windows Phone 7 Series.
Se há alguma coisa que me faz de alguma forma estar arrependido de ter comprado um Nokia E75 é isto. E só não me sinto mais arrependido porque os primeiros dispositivos físicos com WP7 só irão surgir no final de 2010 - e tudo o que seja mais do que apenas alguns meses é uma eternidade no mundo da tecnologia.
Há algo de muito especial no Nissan GT-R. Acho que há várias razões para isso e a primeira é que é um carro muito pouco visto. Apesar de ter sido já lançado no final de 2007 e estar à venda em Portugal para quem estiver disposto a pagar cerca de 110.000 euros, nunca vi nenhum na rua. E a exclusividade só o torna (para mim) mais apetecível.
A outra razão é que é um super-carro, por qualquer métrica que usemos, mas ao mesmo tempo sentimos que podíamos ter um - o que não acontece com a maioria dos super-carros italianos ou alemães.
Finalmente, este carro não é só um Nissan. É um carro que é capaz de bater o Porsche 911 Turbo em Nuerbugring. E, por este preço, não há muita escolha para além do GT-R.
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A outra razão é que é um super-carro, por qualquer métrica que usemos, mas ao mesmo tempo sentimos que podíamos ter um - o que não acontece com a maioria dos super-carros italianos ou alemães.
Finalmente, este carro não é só um Nissan. É um carro que é capaz de bater o Porsche 911 Turbo em Nuerbugring. E, por este preço, não há muita escolha para além do GT-R.
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