Nokia E75

Não existe nada mais pessoal do que um telemóvel. Ou, pensando melhor, existe: um smartphone.
Por isso, o que desperta desejo nuns provocará apenas bocejo noutros – e vice-versa. Há quem prefira ecrãs tácteis, dê preferência à qualidade da câmara digital ou do leitor de MP3, ou que faça questão num teclado. Ou nada disso, ou tudo e muito mais.
Eu? Gosto de telefones com teclas numéricas; mas que também tenham teclado. E que, já agora, sejam pequenos, finos e leves. Ah, e tem de ser um Nokia!
Por isso, quando vi o E75 senti um arrepio de luxúria tecnológica. Felizmente, há objectos que se podem desejar e possuir. É o caso. O meu é preto e já cá canta.
Teoricamente, custa 379 euros, mas pode ser comprado por muito menos, desde que associado a contratos de operador.
 

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