Acer Predator Orion

OMFG... Processador Intel Core i9-7980XE com 18 núcleos e 36 threads (!), até quatro (!!) placas gráficas AMD RX Vega, 128 GB de RAM...
Diz a Acer que o Predator Orion 9000 é um PC de jogos que se destina a "intimidar os adversários" e nós não poderíamos estar mais de acordo!
Claro que o problema depois é o preço, porque só em CPU e GPUs, temos aqui mais de 4.000€ (2K para o Intel e cerca de 500€ por cada gráfica), mas a marca da Formosa garante que poderemos adquirir configurações mais acessíveis (mas igualmente intimidantes, porque a caixa será a mesma) a partir dos 3.000€, lá para o final de 2017, quando se iniciar a comercialização.
Já aqui tinha falado no Predator 21X, o mais poderoso (e, provavelmente, caro) computador portátil do mundo, apresentado na IFA de 2016. Agora, na edição 2017 da mesma feira, a Acer volta a colocar a fasquia bem alto para a concorrência, com aquele que, se não for o desktop pré-configurado mais potente de sempre, andará lá muito perto.
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Pro-Ject Audio 175

Os mecanismos, mais do que a eletrónica, conjuram luxúria tecnológica. Os relógios, as máquinas de duas ou quatro rodas e, no campo da eletrónica de consumo, os gira-discos.
É certamente esse o caso do novo Pro-Ject Audio Systems "175", criado pela marca austríaca para assinalar o 175.º aniversário da fundação da orquestra filarmónica de Viena.
Não se sabe o preço, mas sabe-se que não será barato, uma vez que apenas 175 peças serão produzidas e que cada peça será criada inteiramente à mão ao longo de... dois meses. Além disso, esta é uma máquina baseada no modelo The Classic da marca, o qual já por si tem um preço base de 1.400€.
Contudo, quase tudo aqui é novo, desde a cabeça (uma Ortofon Cadenza criada especialmente para este modelo), o braço em S e detalhes como os botões e controlos que utilizam peças e materiais que são os mesmos usados pelos instrumentos de cordas e metais da própria filarmónica.
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BMW R Nine T Pure

Vi esta moto há cerca de um mês num stand que também tinha à venda algumas Café Racers e fiquei convencido que este modelo seria também uma "transformação". Explicaram-me que não, que faz parte da atual gama Heritage da BMW... e fiquei de queixo caído. A foto não faz jus à moto – nem as do website da marca, pelo que se puderem passar por um stand da BMW entrem e admirem-na.
Sim, são cerca de 14.000 euros de moto, mas caramba – não há automóvel de 14.000 euros (13.919€, para sermos mais precisos) que nos faça olhar duas vezes, quanto mais fazer correr a baba pelo canto da boca.
A BMW diz que este modelo é reminiscente dos que a marca desenvolveu nos anos 70 e 80, mas eu já cá ando desde esse tempo e nunca me lembro de ver coisa tão linda. Na verdade, a única coisa que imediatamente nos dá a perceber que estamos perante uma BMW é o clássico motor "boxer" de dois cilindros horizontais opostos, aqui arrefecidos a água. Quanto ao resto, espreitem lá no site, mas retenham dois valores: 110 CV para 219 Kg de peso. Agora é começar a poupar... ou jogar na raspadinha... :-)

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Acer Predator 21X

Todos sabemos que o melhor para jogar é um PC desktop, certo? Afinal, em que outro tipo de computador podíamos jogar usando um monitor 2K curvo de 21'' com eye tracking e renderizar gráficos à velocidade máxima permitida por duas placas Geforce 1080 GTX em SLI e 16GB de memória dedicada?
Apresento-vos o Acer Predator 21X, o portátil mais poderoso do mundo, disponível a todos os que... tenham 10 mil euros para gastar!
É óbvio que a Acer criou esta máquina como instrumento de marketing, como bragging rights, para dizer à concorrência "somos nós que temos a máquina portátil de jogos mais potente do mundo"... e para depois pode vender o resto da gama Predator, mais acessível.
Tudo nesta máquina é irreal (para um PC portátil transportável): 64GB de RAM DDR4 2400; Processador Intel Core i7 de 7.ª geração (Kaby Lake); 2 SSDs em RAID 0 + 1 HDD de 1TB; sistema de arrefecimento com 5 ventoinhas + 9 heat pipes; 4 colunas + 2 subwoofers... e 8,5 Kg de peso!
É possível ter tudo isto num desktop por uma fração do preço? É. Mas não era a mesma coisa!
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Fortis Daybreaker

Fortis. O nome não é tão conhecido como Rolex, mas os conhecedores de relógios sabem que foi ela, e não a mais conhecida marca que começa por R, a primeira a comercializar um relógio de pulso automático, em 1926.
A marca suíça, que comemorou 100 anos em 2012, foi também pioneira na criação de relógios de mergulho, nos anos 40. Mas é entre os pilotos militares e civis em todo o mundo que podemos encontrar os maiores fãs da marca, que desde há muito se focou nos relógios de inspiração aeronáutica.
Hoje, a marca é a fornecedora oficial dos cosmonautas do programa espacial russo e continua a inovar. Este modelo Daybreaker Recon é mais um exemplo da originalidade das soluções da marca: trata-se do primeiro cronógrafo automático do mundo que, além das complicações de dia e data, indicador dia/noite e segundo fuso horário, também integra um alarme mecânico.
Ao contrário do que frequentemente acontece com outras marcas suíças, este é um relógio caro, mas que não está fora do alcance dos "comuns mortais". Produzido numa série limitada a 100 peças, tem um PVP de 15.450 dólares.

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Koenigsegg Regera

carros desportivos. Há super-carros. Há hiper-carros. E depois há o Koenigsegg Regera. O que distingue Christian von Koenigsegg de outros construtores de automóveis de exceção é que ele não se limita a juntar peças de outros fabricantes (estamos a olhar para ti Noble...) ou até mesmo ir buscar motores a outras marcas (caso da Pagani). Um Koenigsegg é-o do motor até às jantes e este simpático sueco não tem medo de experimentar soluções únicas – desde que façam sentido e funcionem, claro.
Encontramos por isso soluções originais desde a forma como as portas abrem, até à suspensão traseira ou à aerodinâmica ativa.
No Regera, a sua característica mais incrível é a utilização de um sistema de transmissão... sem caixa de velocidades, designado Direct Drive. Basicamente é "prego a fundo" e patinar as rodas desde 0 a... mais de 300 km/h.
Queremos um? Claro. Podemos? Provavelmente não. Mas podemos sonhar? Definitivamente – mesmo sabendo que este é um carro que custa 1,9 milhões de euros... acrescidos de impostos.
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Naim Mu-so

Quando, no início do século, a Sonos surgiu com aquele que foi, indubitavelmente, o primeiro sistema de Hi-Fi multi-sala sem fios, estava longe de imaginar que a concorrência demorasse mais de uma década a reagir. E, no entanto, foi exatamente o que sucedeu – o que é ainda mais estranho quanto, no mundo da eletrónica de consumo, as história de sucesso nunca tardam em ser emuladas.
Mas mais vale tarde que nunca e mesmo as marcas com maior tradição na alta-fidelidade "pura e dura" entraram já no jogo. E com argumentos de peso. Uma destas propostas chama-se Mu-so e vem nada menos da Naim, um dos nomes queridos dos audiófilos.
Se o look é fabuloso, é preciso ouvir este sistema a funcionar para percebermos que entrámos num patamar de qualidade que nada tem a ver com os rapazes norte-americanos.
Para quem não quer ver "caixotes" ligados por fios e colunas soltas pela casa, o Mu-so resolve tudo. E tudo o que é preciso está dentro da elegante caixa, incluindo amplificação (nada menos do que 6x75 watts!), controlo via apps e suporte para tudo quanto é ficheiro de áudio de alta qualidade. É só ligar à rede lá de casa e já está – depois de ficar com menos 1.250 euros na carteira. Mas como eu sempre digo, "o que é barato sai caro e o que é bom custa dinheiro..." ;-)
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CW C9 5 Day Automatic

O mundo dos smartwatches não me convence e, ao contrário do que sucedeu com o advento dos movimentos de quartzo no final dos anos 70, que quase destruiu a indústria relojoeira suíça, não me parece que haja o perigo da história voltar a repetir-se.
Pelo menos é o que sinto quando olho para exemplares como este Christopher Ward. É a conjugação perfeita de elegância britânica (a C.W. é inglesa) com tradição helvética (o relógio é fabricado na Suíça).
Sim, tem apenas três ponteiros e uma janela de data, mas diz bem mais sobre quem o tem no pulso do que aquela-coisa-quadrada-que-vocês-sabem-de-que-estou-a-falar.
Dentro da caixa de 43mm (existe uma versão de 40mm) bate um movimento automático produzido pela própria marca e com uma reserva de marcha de nada menos de... 5 dias! – um feito digno de nota mesmo entre as manufaturas mais tradicionais.
Mais uma acha para a fogueira da luxúria tecnológica: é um movimento super-preciso e que ostenta a rara certificação de cronómetro, dada pela organização COSC. Sim, é caro (coisa para 1.500 euros), mas no mundo da relojoaria, onde um Patek Philippe pode custar mais de 200.000 euros, nem sequer é considerado excessivo.
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Tesla Model X

O preço do petróleo pode estar em queda (bem, em todo o lado excepto em Portugal, claro...) mas poucos duvidam da insustentabilidade de continuarmos a utilizar meios de transporte baseados em combustíveis fósseis. E é por isso que adoramos a Tesla.
Hoje, o Model S continua a ser a coqueluche de quem tem dinheiro para o comprar, mas o Model X promete muita das mesma tecnologia da marca numa gama de preços mais acessível – exatamente quanto mais acessível está ainda por saber, pois a promessa é podermos comprá-lo lá para 2016.
As portas à la Mercedes SL são standard e o mesmo acontece com a topologia "dual motor" com tracção às quatro rodas.
Não há maiores fãs que os da Tesla, para quem o único defeito dos produtos de Elon Musk é a chamada "ansiedade da autonomia" – mas em Portugal, onde tempos uma rede de mobilidade elétrica de fazer inveja à Califórnia, isso é o menor dos problemas.
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One For All URC 8800

Quem alguma vez já usou um comando universal descobriu duas coisas: que são de facto práticos, ao substituirem meia dúzia de controlos remotos; mas que estão longe de serem perfeitos.
Esta última constatação deve-se sobretudo ao facto de parecer que nunca temos as teclas certas: ou estão a mais ou a menos, ou não são as que fazem sentido para o equipamento a usar.
O URC 8800 Tablet Remote da One For All resolve o problema – pelo menos para quem já tenha um tablet (Apple ou Android): através de uma "bridge" que transforma os sinais Wi-Fi em códigos de infravermelhos e de uma app gratuita, passamos a estar na posse de um poderoso controlo remoto universal. E, como as teclas e comandos são virtuais, o que temos é sempre apenas o que necessitamos para controlar o equipamento em causa. O fabricante garante compatibilidade para 6.000 marcas e 300.000 modelos de equipamentos, dois quais 80 podem ser configurados de cada vez no tablet. E há compatibilidade garantida para as boxes portuguesas (MEO, ZON/NOS, Vodafone e Cabovisão). O preço é uma agradável surpresa: apenas €70 em Portugal, segundo o distribuidor, a Esotérico.
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DacMagic XS

Por vezes, as ideias mais simples (e pequenas!) são as melhores.
É o caso do DacMagic XS, da Cambridge Áudio, um diminuto e despojado dispositivo que serve para algo muito específico: extrair o melhor som possível a partir de computadores portáteis.
Isto é necessário porque os fabricantes de computadores não gastam mais do que alguns cêntimos na eletrónica que gere as saídas (analógicas) para auscultadores dos seus equipamentos.
Pelo contrário, o DacMagic XS vai buscar o sinal no domínio digital à saída USB do notebook, converte-a para digital (por isso é um DAC – Digital to Analog Converter), filtra-a e amplifica-a antes de a entregar aos seus auscultadores com a melhor qualidade possível.
O resultado é tanto mais impressionante quanto for a qualidade dos auscultadores usados. E o melhor é que toda esta magia eletrónica nem sequer é muito cara: uns muito razoáveis €148 através do seu representante em Portugal, a Supportview.
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WD Black²

A transição dos computadores de secretária para notebooks deixou-nos com alguns problemas: ao contrário do que acontece com amplas caixas e motherboards cheias de slots livres, num notebook há pouco por onde possamos realizar atualizações ao hardware. Consoante o modelo, pode ou não ser fácil adicionar memória RAM e os notebooks de maiores dimensões possuem por vezes lugar para dois discos – mas ficamo-nos por aqui.
Para aqueles, como eu, que gostam de notebooks de dimensões moderadas (ecrã de 14'' é o meu máximo) para os poderem levar para todo o lado, o espaço (e desempenho) em disco é o mais complicado. Os SSD são caros para o espaço oferecido; e os discos de 2,5'' tendem a ser menos rápidos do que as unidades de 3,5'' a que nos habituámos nos desktops.
Quem procura desempenho e capacidade mas só tem espaço para um disco no seu notebook, a WD fornece o melhor dos dois mundos: o WD Black² é uma unidade de 2,5'' (de 9,5mm de altura) com uma só interface SATA mas que incorpora na verdade duas unidades: um SSD de 128 GB e um HDD de 1TB. A ideia é usar o SSD para o Windows e os programas mais usados e o amplo espaço em disco para tudo o resto. O PVP de lançamento é de €299.
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