Sony Alpha 7 V

 

Sony Alpha 7 V
A última vez que aqui se falou de uma câmara Sony Alpha foi em 2020, a propósito da versão mkIII. Agora, a marca japonesa acaba de lançar a quinta iteração da sua mais popular câmara digital mirrorless com sensor full frame.


As melhorias face aos modelos anteriores da gama são demasiadas para valer a pena listar aqui (o melhor mesmo é seguir o link para a página do lançamento no website português), mas a estrela é certamente o novo sensor de imagem CMOS Exmor RS parcialmente stacked, que ficamos a conhecer inicialmente quando a Sony lançou a Alpha 9.


Este sensor de 33 megapixels surge associado a um novo motor de processamento de imagem BIONZ XR2 que nativamente funções de processamento de IA. Diz a Sony que, "graças a estas inovações, a Alpha 7V oferece um aumento significativo de desempenho em todos os aspetos da imagem, desde a focagem automática com reconhecimento em tempo real até ao seguimento em tempo real, velocidade, precisão de cor estável, captação de fotografias e versatilidade de vídeo."


O que mais nos agrada é que o preço não é completamente pornográfico. O corpo tem um preço de referência de 2999€ que, não sendo propriamente barato, coloca funcionalidades de nível profissional ao alcance dos amadores mais abonados.


Outra coisa que nos agrada: com este lançamento, a ainda excelente Alpha 7 IV irá certamente baixar de preço!

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Epson EH-LS8000

 

Epson EH-LS8000 em preto e em branco

Aqui no Techno Lust temos uma obsessão com ecrãs muito grandes. Mas não só os preços se tornam praticamente impraticáveis a partir de uma certa dimensão (digamos, 85''), como também é pouco prática a logística da instalação. Há vídeos no YouTube que mostram bem o difícil que pode ser instalar um ecrã plano...

Os projetores Ultra Short Throw são uma solução interessante: uma caixa apenas, que já inclui colunas e todas as interfaces que encontraríamos numa TV, que colocamos num móvel junto à parede e... já está.

De todas estas soluções, a nossa preferida é o Epson EH-LS8000, disponível em preto ou em branco, que é capaz de oferecer uma diagonal de até... 150''!, consoante a distância a que o colocarmos da parede. Para quem coloque mesmo junto à parede, o mais realista é contar com 90'' a 100''.

Idealmente, este tipo de projetor deve ser combinado com uma tela tipo ALR (com um padrão que permite rejeitar a luz ambiente), de forma a poder ser usado sem problemas mesmo durante o dia e em salas com alguma luz.

O melhor de tudo é o preço: cerca de 3.800€ por 150'' não nos parece mau negócio!

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Predator Extreme


Já aqui por diversas vezes se falou de produtos da gama Predator da Acer. Mas... uma scooter elétrica? Pois, também achámos estranho! E, no entanto, é isso mesmo que a Predator Extreme é. Embora, à boa maneira de tudo o que tem a marca "Predator", esta é uma scooter diferente...

Isso mesmo podemos descobrir ao olhar para as rodas 'crocodilo' de 10'', bem como para o facto de estar equipada com dois travões de disco e amortecedores à frente e atrás. O conceito, garante a Acer, é a de uma e-scooter capaz de ser usada em qualquer situação, incluindo para aventuras todo-o-terreno.

Apesar do seu aspeto radical, a verdade é que as especificações são relativamente "normais", de forma a poder ser homologada no mercado europeu e não ter problemas em ser usada no dia-a-dia: modos de velocidade de 6 km/h, 15 km/h e até 25 km/h (máx.); bateria de iões de lítio (substituível) de 10,5ah/36V; e motor com 350W de potência e elevado binário (40 Nm).

O preço para tudo isto também se pode considerar razoável: 1.300€ em Portugal, quando for lançada "durante o segundo trimestre de 2024", segundo a marca. 

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TCL 85C845


Há uns anos falou-se aqui de um televisor com 98'' de diagonal – algo que, na altura, era basicamente impossível de comprar por um preço razoável. Mas os tempos mudam e o que antes era exceção hoje (quase que) é a regra. Exemplo disso? O TCL 85C845, cujo PVP em Portugal é de uns super-razoáveis 2.500€.

O impressionante neste televisor de 85'' (também disponível em dimensões de 55", 65" e 75") não é apenas a dimensão, ou apenas o preço, mas sim a conjugação de ambas as coisas com tecnologia mini-LED state-of-the-art e funcionalidades "smart" com Google TV.

Melhor ainda, esta TV vem equipada com um sistema de som Onkyo 2.1 de 70 watts (2x25 + 20) com subwoofer integrado no chassis e suporte para Dolby Atmos. Outras coisas boas incluem VRR (refresh rate variável) até 144 Hz, (excelente para ligar a uma consola de jogos de última geração) e, claro, retroiluminação através de um painel com milhares de mini LEDs, o que permite um controlo do contraste próximo da tecnologia OLED.

A versão de 65'' deste modelo ganhou o prémio EISA 2023-2024 para o melhor televisor com tecnologia Mini LED.

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Fairphone 4

 


Aqui no Tecnho Lust gostamos de tecnologia, mas nem sempre tem que ser "the latest and greatest". Por vezes, basta que seja o produto certo para resolver um problema concreto. Veja-se o caso do Citroën Ami, por exemplo.

O Fairphone 4, que foi lançado há cerca de um ano, é um desses produtos. Pelo preço que custa (quase  600€), podemos comprar um smartphone mais rápido e com melhores capacidades fotográficas; mas a questão que se coloca é outra: pelo preço de um Fairphone 4 não podemos comprar um smartphone melhor. E o que é ser melhor, neste caso? Melhor para o planeta e melhor para os consumidores, no sentido de ser mais justo, mais sustentável e mais facilmente reparável.

Isto deve-se ao facto de a Fairphone ser uma empresa criada especificamente com o objetivo de sensibilizar o público mas, sobretudo, a indústria, para a necessidade de criar cadeias de fornecimento justas (em que as pessoas são adultos bem tratados e pagos decentemente) e sustentáveis. E se, com os seus esforços anteriores, isso ainda não era um dado adquirido, como o Fairphone 4, a empresa neerlandesa prova que tal é possível.

Em 2020, a Fairphone vendeu ainda assim cerca de 100.000 smartphones, o que parecendo muito, é uma gota de água nos milhões de unidades vendidas por empresas como a Apple ou a Samsung. Mas a questão é esta: se com esta pequena escala, a Fairphone foi capaz de criar um smartphone melhor para o planeta, o resto da indústria bem pode usar este exemplo e aprender alguma coisa.

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Austrian Audio Hi-X65

 

A vantagem dos auscultadores é que, com um investimento relativamente moderado – digamos, da ordem das centenas de euros – obtemos uma qualidade de reprodução que só é possível com colunas de milhares de euros. Além disso, existe ainda outra vantagem: a qualidade de reprodução é alcançada mesmo com volumes de reprodução baixos, algo que é muito mais difícil com um par de colunas.

Claro que existe a desvantagem evidente de que os auscultadores se destinam a uma audição privada, ao contrário da experiência das colunas, que permite encher uma sala de som. Mas nunca ninguém disse que a luxúria tecnológica era para partilhar com os outros!

É neste contexto que vos apresento os Austrian Audio Hi-X65. Com um preço de referência que está longe de ser pornográfico (349€), o que os ex-engenheiros austríacos que trabalhavam para a AKG (antes desta ter sido comprada pela Samsung) nos propõem aqui são uns auscultadores de qualidade audiófila mas que foram pensados originalmente para uma utilização profissional em estúdio.

Acontece que os dois primeiros auscultadores da marca, lançados em 2020, os modelos Hi-50 e Hi-55, eram de conceção "closed back", ou seja, as campânulas eram fechadas; nos novos Hi-65, a construção passou a ser "open back", uma abordagem que é preferida pelo pessoal que procura bons auscultadores hi-fi para usar em casa, e não necessariamente no estúdio.

Ao contrário do que sucede com a esmagadora maioria dos modelos concorrentes, não só estes auscultadores não usam altifalantes genéricos, mas sim unidades especiais de elevada excursão, criadas especificamente para o efeito, como também não são feitas numa fábrica algures no extremo-oriente, mas sim na Áustria. 

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Citroën AMI


Poderá um carro como o Citroën Ami provocar Techno Lust? Eu acho que sim! Bem, mas para começo de conversa, convém esclarecer que isto não é bem automóvel. A marca francesa chama-lhe "Objeto de Mobilidade Urbana" e o Código da Estrada designa-o por "quadriciclo pesado".

Quem acha que é feio tem direito à sua opinião – só não tem é razão, porque os gostos não se discutem, mas cultivam-se. :-) Em termos de design industrial, é simplesmente genial, uma vez que todos os painéis são iguais (frente/trás, esquerda/direita), o que permite poupar nos custos de produção e facilita as substituições. Cor? Podemos tê-lo em qualquer cor, desde que seja cinzento – a personalização exterior faz-se através de embelezadores de roda, autocolantes para os vidros de custódia e para a parte inferior das portas.

O Ami (piscar de olhos a uma designação que fez história na marca) é a proposta da Citroën para um veículo 100% elétrico destinado ao transporte urbano. Mas urbano mesmo, e não interurbano, uma vez que não pode circular em autoestrada, à semelhança de outros quadriciclos pesados, dado que a sua velocidade máxima é de 45 km/h. Por outro lado, isso significa que pode ser conduzido desde os 16 anos com uma Carta B1. O meu "eu" de 16 anos, que andava de Casal 50, bem que teria preferido algo como isto, especialmente em dias de chuva.

Os 75 quilómetros de autonomia chegam e sobram para o fim a que se destina, e em apenas 3 horas, a sua pequena bateria pode ser recarregada numa simples tomada de 230 volts.

Resta o preço. Em Portugal, a versão base (como se as outras versões fossem "especiais de corrida"!) fica por apenas 7.350€. Contudo, haverá também a opção de aluguer por apenas algumas dezenas de euros mensais. O Ami chega por estas bandas no segundo semestre de 2021.




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Tamron 28-200mm

 




Já aqui falámos na Sony Alpha 7 mkIII, a câmara fotográfica mirrorless mais vendida em todo o mundo. Mas uma câmara precisa de objetivas para servir para alguma coisa, claro. E é aí que surge o zoom Tamron 28-200mm F/2.8-5.6 Di III RXD, único no seu género para esta plataforma Sony (baioneta E para câmaras full-frame) e que se pode considerar como uma verdadeira objetiva todo-o-terreno.

Porquê? Porque não só a sua amplitude focal cobre a maioria das necessidades de qualquer fotógrafo (desde a grande-angular de 28mm até à tele de 200mm), como o faz oferecendo uma luminosidade sem precedentes com f/2.8 no extremo grande angular. Além disso, esta é uma objetiva também relativamente pequena e leve, o que aumenta ainda mais a sua usabilidade. 

E o facto de custar apenas 869€ reforça ainda mais essa ideia. A marca japonesa tem neste momento uma gama invejável de objetivas para câmaras Sony Alpha, que vale a pena explorar.


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Super Soco TC Max

 

Vamos começar por abordar o "elefante na sala": o nome Super Soco não lembra ao diabo! :-) Mas, se ignorarmos o detalhe, bem que podemos ficar a sofrer de techno lust, sobretudo quando este é um objeto que até tem um preço que o coloca ao alcance da maioria das pessoas.

Aliás, não sendo a primeira vez que falamos aqui de veículos elétricos de duas rodas, penso que nunca tinha aqui trazido algo com um preço razoável (já lá vamos...). Mas, pelo menos para mim, o que mais me chama a atenção na Super Soco TC Max é a sua estética muito bem conseguida.

Existem duas variantes desta moto, cuja potência o Código da Estrada português coloca como equivalente a uma moto de 125 cc, o que significa que pode circular em auto-estrada: esta versão, com rodas com raios (a mais clássica); e uma versão com rodas em alumínio de 8 raios – que, se for mais do vosso agrado, até é um pouco mais barata.

A autonomia desta moto, com a sua estética café racer neo-retro, é de 110 Km mas, tal como acontece com os automóveis elétricos, tudo depende da forma como é utilizada, sendo que esta é uma autonomia facilmente conseguida em cidade e, em estrada, deverá ser um pouco inferior.

Disponível em Portugal (e com assistência técnica igualmente garantida pelo distribuidor português), a Super Soco TC Max tem um PVP de 4192 euros (+IVA) para a versão com jantes de alumínio e de 4321€ +IVA para a da imagem.

Quem pretenda apenas uma moto elétrica para a cidade, existe também a Super Soco TC, equivalente a uma moto de 50 cc, com um PVP de 2878€ +IVA.

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Casio A1000D-7EF


 

Para quem tenha mais de 40 anos é difícil não sentir um arrepiozinho de nostalgia (e não sorrir!) quando vemos um destes Casio digitais. Além disso, é um daqueles casos de luxúria tecnológica ao alcance de qualquer pessoa. 

Este modelo tem algumas especificações que, à primeira vista, podem não chamar a atenção dos mais desatentos, mas que o separam do resto dos (imensos) modelos da marca japonesa. O mais aparente é o mostrador em madrepérola. Menos óbvio é o material da caixa, que é em aço inoxidável; e do mostrar, que é protegido por vidro mineral.

A verdade é que os Casio (e os Seiko, e os Citizen...) deste tipo, parecem ser em aço mas são na realidade produzidos em resina sintética e revestidos com uma fina folha de aço. O que não é a mesma coisa. E, quanto ao mostrador, o plástico acrílico (que se risca muito facilmente) é o mais usado nestes casos.

Mas precisamente por isso é que este é um relógio com um PVP da ordem dos 100 euros, quando os Casio normais do mesmo tipo (usam todos a mesma eletrónica e têm todos, praticamente, as mesmas funções) custam menos de 40 euros!

Vá lá, quem é que disse que não podemos sofrer de luxúria tecnológica e, mesmo assim, não termos de gastar muito dinheiro? ;-)

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Marantz 30 Series

 





A Marantz não é daquelas empresas de eletrónica de consumo que renova a sua gama de produtos de seis em seis meses; pelo contrário, é das (poucas) que apresenta novos equipamentos apenas quando sente que tem algo de novo a acrescentar. 

E esse é certamente o caso das sua nova Series 30, à qual a marca japonesa chama "Modern Musical Luxury". Ora um produto designado pelo seu criador como "luxuriante" nunca poderia deixar de passar por este blog! Para já, a Marantz propõe apenas dois componentes: um amplificador integrado, o Model 30, e um streamer/leitor de CD/SACD, o SACD 30n.

Sugiro seguirem os links respetivos para poderem salivar ao ler as especificações técnicas. Mas gostaria de vos chamar a atenção para outro aspeto (literalmente): o desenho destas máquinas marca uma viragem da Marantz em termos estéticos e estou em crer que assinala também o caminho para produtos futuros. E, do nosso lado, só temos de aplaudir, pois o design industrial de ambas as máquinas é irrepreensível.

Estes novos topo-de-gama da Marantz acabam por cumprir os principais critérios do que por aqui consideramos ser um produto digno de figurar no blog: especificações de exceção e estética de nos deixar de boca aberta (ou vice-versa!). Resta o preço... que, neste caso, nem sequer coloca estas máquinas fora do alcance dos mortais – apenas do mortais mais "tesos"... :-) O PVP sugerido para qualquer um dos equipamentos é o mesmo: 3.349€.

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Sony Alpha 7 III

Lançada originalmente no final de 2013 (!), a Sony Alpha 7 foi uma pedrada no charco do mundo da fotografia digital: a primeira câmara mirrorless fullframe do mundo. Apenas um ano depois, a Sony voltaria a inovar com a Alpha 7 II, melhorando a proposta inicial com o primeiro estabilizador de imagem integrado (também conhecido por IBIS, iniciais de In-Body Image Stabilization) no corpo de uma câmara deste género; e a α7 Mk III surgiria em 2015, com mais uma série de melhorias significativas, entre elas a capacidade de gravar vídeos 4K.

Para 2020 está previsto o anúncio de uma α7 Mk IV, mas à data deste post, tal ainda não sucedeu. Porquê, então, falar da Sony α7 como algo que provoca luxúria tecnológica? É que, ao contrário do que sucede com outras marcas, cujos modelos antigos desaparecem rapidamente do mercado, podemos hoje comprar uma A7 ou uma A7II – novas! – a preços muito interessantes.

Quanto interessantes? Bem considerando com uma α7III nova é coisa para 2.000 euros (só o corpo, sem objetiva), hoje uma α7II (mais apetecível do que a α7, por já possuir IBIS) pode ser adquirida por menos de 1000 euros já com uma objetiva zoom 28-70mm. E, com o iminente anúncio de uma Mk IV, o mais certo é todos estes preços descerem – incluindo até o da Mk III.

Ou seja, aquilo que era, até há bem pouco tempo, uma máquina profissional, para profissionais e com um preço a condizer, está hoje ao alcance dos amadores avançados e com orçamentos menos robustos. Techno Lust indeed...
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Fyne Audio F500

O que é melhor do que uma colunas com um som excelente? Umas colunas com um som excelente e que também são muito bonitas! Melhor ainda? Umas colunas que além de soarem bem e serem bonitas... não são muito caras.

Apresento-vos as Fyne Audio F500. A marca escocesa – relativamente jovem – foi fundada por pessoal que veio sobretudo da Tannoy. Por isso, não admira que encontremos aqui alguns dos conceitos já ensaiados nesta lendária marca, como é o caso do tweeter (altifalante de agudos) que surge montado de forma concêntrica ao Woofer (altifalante principal, para os médios/graves).

O resultado é uma coluna "de prateleira" (por oposição às que são para colocar diretamente no chão) relativamente compacta, com 32,5cm de altura, mas que "toca" tão bem como outras bem maiores. Um dos segredos é o facto de possui um pórtico que, em vez de estar aberto à frente ou atra´s, como é habitual, foi aberto para baixo; depois, há um difusor em forma de cone e uma grelha na base da coluna que permite que uma dispersão omnidirecional do ar deslocado dentro da caixa pelo movimento do altifalante.

As Fyna Audio têm representação relativamente recente em Portugal mas são já a minha nova obsessão. Ainda para mais porque custam 699€ (par). É dinheiro, mas no mundo do Hi-Fi é dinheiro bem gasto.
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Bose Frames

E agora, algo completamente diferente: um par de óculos! Claro que os Bose Frames não só uns óculos normais: são "apenas" a forma mais cool de ouvir música.
Sim, ouvir música! Nas hastes dos Bose Frames esconde-se um sistema de som estéreo surpreendentemente poderoso que reproduz apontando diretamente para os ouvidos.
O resultado... Bem, o melhor é mesmo ouvir, porque é realmente bom. Talvez falte ali uns graves, é verdade, mas não nos estamos propriamente a queixar.
O sistema tem autonomia suficiente para quem anda o dia todo na rua e liga-se através de Bluetooth ao smartphone, pelo que é capaz de reproduzir tudo o que o dispositivo móvel lá tenha, seja ficheiros, seja qualquer serviço de streaming, como o Spotify ou o Tidal. Além disso, permite também receber e fazer chamadas pois tem um microfone integrado.
Os óculos podem ser adquiridos em duas versões: os da imagens chamam-se Alto e há uns Rondo, com lentes redondas. Em breve estarão disponíveis versões de ambos um pouco mais pequenas. E há também lentes de substituição coloridas, em cinza, azul e gold. O preço é muito razoável para o aqui se oferece – e ainda mais considerando que não existe concorrência: 230€.
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Newron

Se o último artigo era de um produto que conjugava a modernidade com o estilo clássico, esta proposta da empresa francesa Newron Motors levas coisas ao extremo: uma futurista moto elétrica com um design reminiscente da estética steampunk.

Claro que se trata de um exercício de estilo destinado sobretudo a criar "buzz" em torno dos projetos da marca (trata-se de um protótipo sem qualquer preço anunciado), mas mesmo se a ideia é apenas essa, não deixámos de ficar intrigados.

Para já a empresa são apenas 3 pessoas, mas juntando o seu know-how ao de outras empresas, conjugando design inovador com um conjunto motriz elétrico, o projeto aponta para a produção de 12 unidades já em 2020.

Só não fiquem desapontados se não tiverem exatamente este aspeto... :-)
Mais em https://youtu.be/s3e_kFydy5Y.
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HD-CD1 & HD-AMP1

Quando é que um clássico é também moderno? Uma resposta possível pode ser o conjunto de leitor de CD HD-CD1 e amplificador integrado HD-AMP1 da Marantz.

Estes componentes podem ser adquiridos separadamente ou em conjunto, mas nós preferimos a última hipótese – de preferência em preto (também pode ser em "silver gold") e com painéis laterais em madeira de nogueira envernizada.

Não me vou alongar em especificações técnicas (para isso têm os links acima), mas podemos todos concordar que o resultado, ainda antes de ser fabulosamente bom para os ouvidos, é fantástico para os olhos.

Para quem já não tem CDs lá por casa e, na verdade, só houve música com auscultadores, a marca propõe o HD-DAC1, com o mesmo "form factor", acabamento, estética e... qualidade de som! Resta o preço. O conjunto custa 1.768€ embora esteja temporariamente em promoção (em agosto de 2019) por 1.500€.
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Zero SR/F

Chama-se ZERO SR/F, custa cerca de 20.000 euros e tem uma autonomia superior a 300 Km. Autonomia? Sim, a ZERO é uma moto elétrica. E que moto, senhoras e senhores!

Disponível a partir de Abril de 2019, a ZERO faz parte do futuro do motociclismo. 

Primeiro, porque o seu preço não é assim tanto mais elevado do que uma moto com motor de combustão interna da mesma gama e com as mesmas prestações (com preços que excedem facilmente os 10.000 euros); depois, porque o facto de não ter uma caixa de velocidades convencional nem embraiagem, mas apenas uma engrenagem de redução, permite uma condução muito mais suave e progressiva, apesar do seu peso substancial (220 Kg).

Claro que continua a ser um produto para os early adopters, mas o mesmo se pode dizer para a maioria dos produtos que nos provocam luxúria tecnológica… :-)
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Hama RS100

Nem sempre o que provoca luxúria tecnologia é um produto com um preço inatingível.

Veja-se o caso do sistema Hama RS100, um proposta simples mas que serve um propósito muito específico: levar som – sem fios – aos canais traseiros de um sistema de som surround.

Numa altura em que o pessoal parece achar que uma barra de som com um subwoofer serve perfeitamente para reproduzir o som do cinema-em-casa, este é um sistema que resolve o missing link sem levantar problemas conjugais.

A instalação é simples: uma das caixas recebe e envia o sinal sem fios para a caixa traseira, a qual amplifica o par de colunas incluído (ou outro qualquer que já possua). 

O resultado é transformar um sistema 2.1 num 5.1 completo, sem ter de passar fios pelo meio da sala. E, por 150€, parece-me uma pechincha.

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Mi Electric Scooter

Ainda não há muito tempo falei aqui de um veículo elétrico da Xiaomi. Mas se agora volto à carga é porque este existe verdadeiramente na Europa e pode até ser adquirida em Portugal –  custa 400€.

Chama-se Xiaomi Mi Electric Scooter, está disponível em preto ou em branco e, como se vê na imagem, é dobrável.

Vi-a à venda na Fnac e fiquei muito impressionado com a qualidade de construção e, sobretudo, com os detalhes – desde o tamanho das rodas (pneus de 8,5'') aos travões de disco, passando pela forma como os cabos são colocados dentro do quadro ou as luzes integradas.

A autonomia é de uns substanciais 25 Km, o que me parece mais do que adequado à utilização urbana a que se destina.

O preço também não é nada de estapafúrdio pelo que se é dos que já usam as trotinetes elétricas de aluguer espalhadas (literalmente...) por Lisboa, por exemplo, não será má ideia equacionar o investimento numa destas Xiaomi.

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Bose Sleepbuds

De vez quando, no mundo da eletrónica de consumo, surge um produto que cria (ou revoluciona) toda uma nova categoria.

Podemos pensar no iPad, que foi responsável pelos tablets como hoje os conhecemos, mas também no iPod e no iPhone – que, não sendo produtos totalmente originais, revolucionaram os leitores de música e os smartphones.

Os Bose Sleepbuds são um destes casos raros. À primeira vista, parece que estamos na presença de uns meros auriculares Bluetooth. Mas as aparências iludem.

Os Sleepbuds dão-nos música, é verdade, mas apenas na medida exata necessária para nos ajudar a adormercer. Porque foi exatamente para isso que foram criados. Tudo neste produto obedece a uma lógica precisa, que é a de ajudar as pessoas com problemas de sono.

Do formato ao peso, da autonomia à forma como se emparelham com o smartphone, tudo foi pensado ao pormenor e, nesse sentido, são verdadeiramente únicos. Há quem os ache caros (custam 270€) mas, para concordarmos, tínhamos de os comparar com outra coisa qualquer. E isso não é possível, porque a categoria em que se inscrevem acabou de ser inventada. Pela Bose.
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